O CCMI (Cashmere & Camel Hair Manufacturers Institute) é uma associação comercial internacional que representa os interesses dos produtores e fabricantes de fios, tecidos e vestuário de pêlo de camelo e fibra de cachemir em todo o mundo.

O Instituto é a principal autoridade sobre questões nacionais e internacionais relativas à estas fibras de luxo e aconselha sobre etiquetado, normas internacionais, fornecimento e tendências do mercado.

O CCMI surgiu para combater o fluxo de peças de vestuário que estão sendo vendidos nos EUA e outros mercados alegando ser cashmere genuíno, mas na realidade, não são. 

O problema do etiquetado enganoso continua a manchar a reputação do produto em si, quanto as empresas que fazem e vendem as roupas. 
 
A demanda por produtos de cashmere continua crecendo em todo o mundo. Como resultado, a demanda pela matéria-prima continua se-incrementando, assim como o preço. O cashmere de alta qualidade atinge hoje preços inéditos. 
 
A demanda por fibra e aumento da concorrência resultou em aumento da contaminação do produto. Lã de ovelha reciclada, yak e pêlo de coelho estão sendo misturados com cashmere depilado. Mesmo cashmere sem depilar apropriadamente, ou pêlo sobre-cardado da camada de guarda das costas e os quadris estão sendo etiquetados como 100% cashmere e vendidos como se fossem Grado A (<15µ) quando nem chegam a Grado C (>30µ). Esses estoques estão sendo vendidos para fábricas de tricô chinesas, quanto para os compradores ocidentais.

Como resultado, mais roupas com etiquetado enganoso estão sendo encontradas em lojas de varejo, trapaceando os consumidores que chegam pagar centos de dólares por uma peça que na verdade contém um percentual bem menor (ou nada) de cashmere de alta qualidade, completando com cashmere mais curto e mais grosso no melhor dos casos, quando não misturado com fibras ordinárias.

Do mesmo jeito, queremos enfatizar que não existe cashmere na América do Sul. A cabra de cashmere não existe na América do Sul, ela não é criada em país sulamericano nenhum, nem existe em América do Sul país nenhum que produza fio, sweaters ou produtos de cashmere. Simplesmente essa matéria prima não existe no continente, tem que ser importada.

Os sweaters e produtos etiquetados como cashmere produzidos em países vizinhos do Brasil são um fraude, compostos de uma mistura de fibras de lã de baixa qualidade, pêlo de outros animais, acrílico, e viscose no melhor dos casos, e outras fibras sintéticas impossíveis de identificar. A falta de rigorosidade nos controles da aplicação das leis de etiquetado em países vizinhos do Brasil, faz que comerciantes inescrupulosos tirem proveito de consumidores e turistas desinformados. Esse "cashmere" é tão irrealista no preço que ele é vendido, quanto o seu conteúdo de cashmere genuíno e puro.  

O cashmere de boa qualidade, não pode ser barato. Se for barato, primeiro duvide que seja cashmere, e se no melhor dos casos de verdade for pêlo da Capra hircus, vai ser o pior dela, ou ainda uma mistura aberrante de fibras ordinárias.

Quem tem viajado pela Europa e América do Norte sabe que uma malha de cashmere de qualidade respeitável e sem falar das grandes grifes, custa no mínimo cinco vezes mais do que o chamado enganosamente cashmere barato nas lojas das capitais do Cone Sul. 

O cashmere é uma fibra de luxo rara e é um grande incentivo para os fabricantes e vendedores inescrupulosos para enganar a composição e o percentual de fibras em uma peça de roupa.

A HOLI® toma muito á serio seu compromisso de honestidade comercial, respeito pelo cliente, a matéria prima, e asseguramento da qualidade dos produtos que oferece. Os análises das fibras de cashmere das peças oferecidas pela HOLI® resultam em uma média de 97% de sub-pêlo de cashmere de menos de 15µm num 100% cashmere total.

A HOLI® se orgulha de introduzir pela primeira vez no Brasil o melhor cashmere do mundo.
Acredite, você não vai se-decepcionar.